Perguntas Frequentes - Teste Diagnóstico COVID19

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1. As crianças também têm que fazer o teste?
O teste só é exigido para crianças com 12 ou mais anos. Crianças com idade inferior não necessitam de fazer o teste.

2. Quanto tempo após a colheita tenho o resultado do teste?
O resultado do teste é enviado em 24-36 horas, para o passageiro e para as unidades de sáude publicas das respectivas regiões.

3. Se o resultado do meu teste for inconclusivo, o que acontece?
Se o resultado for inconclusivo não deve viajar e deve permanecer em confinamento até repetir o teste (De acordo com a resolução nº 484/2020 do Governo Regional da Madeira, se necessitar de mais esclarecimentos contactar lab.usp@iasaude.madeira.gov.pt).

4. Se o resultado do meu teste for positivo, posso viajar na mesma e fazer a recuperação na Madeira ou nos Açores?
Se o resultado for positivo não pode viajar, deve ligar para o SNS 24 (808242424) e seguir todas as recomendações das autoridades de saúde. O CEDOC comunicará os resultados dos testes às autoridades de saúde que farão o acompanhamento do caso.

5. Como me é enviado o resultado do teste?
O resultado do teste é enviado por e-mail em pdf para o passageiro e para as unidades de sáude publicas das respectivas regiões.

6. Cidadãos estrangeiros ou apátridas podem também fazer o teste gratuitamente ao abrigo deste protocolo?
Qualquer pessoa com passagem aérea válida para os Açores ou para a Madeira (Funchal ou Porto Santo) pode fazer o teste gratuitamente.

7. Qual é o custo do teste?
O teste é gratuito para todos os passageiros que apresentem bilhete válido para a Região Autónoma dos Açores ou da Madeira.

8. Vou viajar com a minha família. Tenho que preencher um agendamento para cada um dos membros da família?
Sim. É necessário o preenchimento de um agendamento individual por cada viajante. Cada viajante vai receber um agendamento individual.

9. Um passageiro que vá voar a partir dos aeroportos do Porto ou de Faro, pode fazer o teste em Lisboa no CEDOC?
Sim. Qualquer passageiro com destino nos Açores ou na Madeira pode fazer o teste no CEDOC. As despesas de deslocação ao local de realização do teste não estão cobertas.

10. Onde se pode preencher o inquérito epidemiológico?
É obrigatório o preenchimento do inquérito epidemiológico nas 12 a 48 horas prévias ao embarque.
Para viajar para a Madeira pode aceder a este inquérito em https://madeirasafe.com/#/login.
Para viajar para os Açores será necessário preencher o inquérito para a Autoridade de Sáude Regional disponível em https://covid19.azores.gov.pt/.

11. Posso embarcar sem fazer o teste de diagnóstico?
Sim. Não é necessário efetuar um teste para embarcar com destino às Região Autónoma dos Açores ou da Madeira. Os passageiros desembarcados nos aeroportos da Região Autónoma dos Açores ou da Região Autónoma da Madeira que não tenham realizado teste PCR para a doença COVID-19, fá-lo-ão no aeroporto de chegada. Após a realização do teste PCR, o passageiro seguirá para o seu destino, onde deve aguardar pelo resultado do teste PCR, em confinamento.
Caso viaje para a Madeira, para mais informações contactar lab.usp@iasaude.madeira.gov.pt.
Caso viaje para os Açores, para mais informações contactar a Linha Açores de Esclarecimento não Médico: (+351) 800 29 29 29, e-mail: esclarecimentocovid19@azores.gov.pt, website: https://covid19.azores.gov.pt/.

12. A reserva da viagem é suficiente para fazer o agendamento de um teste?
Não. Os passageiros devem apresentar um documento que comprove a reserva e pagamento da viagem como recibo de pagamento, bilhete electrónico ou cartão de embarque.

13. Já fiz o teste serológico para o SARS-Cov2, o resultado desse teste substitui o teste PCR?
Não. O teste de serológico apenas indica se já esteve em contacto com o vírus e não mostra se tem uma infecção activa. Deve sempre realizar um teste PCR.

14. Para efetuar o teste no CEDOC é necessária uma colheita de sangue?
Não. O teste de diagnóstico SARS-Cov2 apenas requer a recolha de uma amostra da nasofaringe e orofaringe utilizando uma zaragatoa.

15. Há necessidade de preparação prévia para o teste?
Não . O teste de diagnóstico SARS-Cov2 não requer qualquer preparação prévia.

16. Como posso fazer o meu agendamento?
O agendamento é feito diretamente pelo passageiro num sistema de agendamento online (https://cedoc.masterinsoft.com/#/) que pode escolher um horário que lhe for mais conveniente, até 3 dias antes do voo, e é confirmado automaticamente tendo em conta os horários disponíveis e o período de validade dos resultados do teste.

17. O que devo fazer na data agendada?
No dia agendado, os passageiros devem comparecer no local e hora indicados e apresentar Cartão de Cidadão ou Bilhete de Identidade/Passaporte, Cartão do Serviço Nacional de Saúde e comprovativo do pagamento da passagem aérea (ex. bilhete eletrónico).

18. Não tenho acesso ao sistema de agendamento online como posso agendar?
O agendamento pode ser solicitado por telefone, para o telemóvel (+351) 910 459 769 ou para o telefone fixo (+351) 215 963 300, de 2ª a 6ª feira, entre as 9h00 e as 17h00.

19. Fiz o agendamento no google forms antes do sistema de agendamento estar disponível vou perder o acesso?
Todos os agendamentos prévios a dia 15 de Julho (data disponibilizada para o sistema on-line) feitos no google forms foram transitados para o sistema on-line.

20. Se eu não for cidadão de nacionalidade portuguesa também devo apresentar algum cartão de saúde?
Para cidadãos de outras nacionalidades, no ato da colheita, apenas deve ser apresentado o cartão de cidadão, o bilhete de identidade ou o passaporte.

21. Tenho sintomas da doença. Posso fazer o teste no CEDOC?
O CEDOC apenas realiza testes a utentes assintomáticos para fins de realização de viagens, exames de diagnóstico entre outros. Se tiver sintomas da doença como febre (temperatura > 38ºC), tosse, dificuldades respiratórias ou perda de olfato, não deve efetuar qualquer agendamento e deve contactar as autoridades de saúde através do número do SNS 808 24 24 24, e seguir as instruções que lhe forem dadas.

22. Qual a diferença entre os testes diagnóstico de PCR e os testes rápidos de antigénio?
Os testes rápidos de antigénio têm uma sensibilidade superior a 90% quando comparados com o método de referência, a RT-PCR. Isto quer dizer que em 10 pessoas detetadas pela RT-PCR, o teste de antigénio poderá só detetar 9, o que significa que um resultado do teste de antigénio negativo diminui muito significativamente a probabilidade de a pessoa estar infetada, mas não exclui totalmente.
Importa referir que também o teste de referência não possui uma sensibilidade de 100% na deteção das pessoas infetadas, existe sempre uma possibilidade dos positivos cuja quantidade de vírus ainda é baixa, não serem identificados. Assim, em todos os resultados negativos devem sempre ser seguidas as recomendações das autoridades de saúde quanto à prevenção da transmissão, ou seja, deve manter-se o distanciamento, o uso de máscara, etc.

23. Quais os testes disponíveis para o diagnóstico da infeção COVID-19?
• Testes Moleculares de Amplificação de Ácidos Nucleicos: são os métodos de referência para o diagnóstico e rastreio. Detetam a presença do ácido nucleico (RNA) do vírus SARS-CoV-2 (vírus responsável pela doença COVID-19).
• Testes Rápidos de Antigénio: são testes de proximidade devem ser utilizados quando os testes moleculares não estão disponíveis. São testes que detetam a presença de proteínas do vírus SARS-CoV-2, responsável pela doença COVID-19.
• Teste serológicos: testes que detetam anticorpos no sangue, mas que não são habitualmente indicados para o diagnóstico de infeção ativa.

24. Qual o teste de diagnóstico para o COVID-19 que devo escolher, a PCR ou o teste rápido de antigénio?
O teste de PCR (pesquisa do ácido nucleico do vírus) é considerado método de referência pela OMS e DGS.
O teste rápido de antigénio é atualmente menos sensível que a PCR mas está demonstrado que deteta a presença do vírus, especialmente após 1 a 5 dias do início dos primeiros sintomas da COVID-19. Nesta situação os falsos negativos são raros. Noutras situações em que a quantidade de vírus presente seja baixa, o teste pode não conseguir a sua deteção.

25. Em que situações é utilizado o teste rápido?
Os Testes Rápidos de Antigénio podem ser utilizados nas seguintes situações:
• Nos primeiros 5 dias de sintomas (inclusivé) em doentes sem critérios de internamento.
• Em situações de indisponibilidade dos testes moleculares e/ou por não apresentarem resposta em tempo útil.
• Em situação de surto para reduzir o tempo de obtenção de resultados e implementar as medidas necessárias.

26. Por que é importante realizar testes?
A realização de testes permite que as pessoas possam ter a confirmação se estão, ou não, infetadas. Isto pode ajudá-las a receber os cuidados de saúde que necessitam, mas também a tomar as medidas para não infetarem outras pessoas, ou seja, colocarem-se em isolamento.